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O som da montanha Yasunari Kawabata 344 pp | R$ 53,00 Mais uma obra magistral do Prêmio Nobel Yasunari Kawabata: em O som da montanha dançam, de mãos dadas a uma observação arguta da moderna sociedade japonesa, reflexões sobre vida e morte (em especial sobre a possibilidade do suicídio, ao qual se entregaria o próprio autor em 1972), momentos de profundo lirismo contemplativo e a beleza suave do erotismo na velhice. Aos fundos da casa, a vista para a montanha, cujas mensagens Shingo Ogata vai aos poucos se tornando capaz de decifrar. |
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Teoria da regulação Os fundamentos Robert Boyer 160 pp | R$ 33,00 Qual é a origem dos diversos modos de regulação? Por que as crises se sucedem, sem que, no entanto, sejam necessariamente parecidas? Qual é o papel do político na construção das formas institucionais? Um regime de acumulação puxado pelo setor financeiro é viável e plausível? |
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Porões do Vaticano André Gide 256 pp | R$ 42,00 Na França dos séculos XIV e XV, as farsas satíricas eram conhecidas como soties. Assim Gide classifica este Porões do Vaticano, livro que tanto o teria divertido durante o processo de criação. O prazer experimentado na leitura não é diferente: logo ao princípio, deparamo-nos com personagens marcantes e caricatos, como o maçom Anthime Armand-Dubois, que oscila entre o ceticismo e a fé, a qual não resiste, por sua vez, ao final da história.... |
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Pombo-torcaz André Gide 96 pp | R$ 28,00 Em 28 de julho de 1907, André Gide, que se hospedava na propriedade de seu amigo Eugène Rouart em Bagnols-de-Grenade, próximo a Toulouse, encontra um jovem, Ferdinand, filho de um empregado da herdade. Com este, que ele apelidará carinhosamente de “pombo-torcaz” — ramier, em francês — em razão de uma espécie de “arrulho” que ele emitia ao fazer amor, o futuro Prêmio Nobel, à época quase quadragenário, viverá uma noite de êxtase que o fará sentir-se “dez anos mais jovem”. |
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Moedeiros falsos André Gide 424 pp | R$ 62,00 Tarefa difícil dar conta da magnitude de Os moedeiros falsos. Romance sobre a construção do romance, é ao mesmo tempo romance de formação, flerta com o estilo folhetinesco, com o romance policial, o romance de ideias... |
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Diário dos Moedeiros falsos André Gide 144 pp | R$ 31,00 Raros são os escritores que, paralelamente ao romance que estão escrevendo, têm um diário de seu trabalho e o publicam em vida. É o caso de André Gide com seu célebre romance da adolescência perversa, Os moedeiros falsos. |
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Arquitetura
pelas escadas Patricia Cardoso 128 pp | R$ 39,00 Em Arquitetura pelas escadas, a arquiteta e fotógrafa Patrícia Cardoso conta histórias inusitadas da capital paulista, num livro com mais de 60 fotos de escadas e rampas que expressam estilos arquitetônicos de diversas épocas da cidade. |
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Lina Cristina Judar e Bruno Auriema 80 pp | R$ 35,00 Lina, jovem moradora de uma metrópole, curte Punk Rock e Beethoven. Sem muitas perspectivas e entediada com o trabalho, ela encontra refúgio na loja de antiguidades do avô, personagem que abre as portas de um universo fascinante, capaz de trazer as respostas que ela tanto precisa ouvir. |
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...quero mais é que se danem! Mario Lorenzi 128 pp | R$ 39,00 Dois velhos amigos octogenários, cujas trajetórias de vida foram e continuam sendo marcadas pela lucidez, acompanhados pelo jovem neto de um deles, protagonizam a narrativa. A ação decorre da conversação entre os três, ampliada por digressões relativas a fatos que cobrem os últimos 70 anos, da adolescência dos dois velhos até a atualidade, em diversos países da Europa e das Américas... |
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A condição urbana. A cidade na era da
globalização Olivier Mongin 344 pp. | R$ 49,00 Com a globalização, ei-nos projetados para o “pós-cidade”, para o “pós-urbano”. Na Europa, estávamos habituados a ver a cidade como um espaço circunscrito no qual se desenvolve uma vida cultural, social, política, tornando possível uma integração cívica dos indivíduos... Somos agora confrontados de um lado com metrópoles gigantescas e sem limites, e de outro com o surgimento de entidades globais, em rede, cortadas de seu ambiente. A reconfiguração que ora ocorre suscita inquietação: iremos assistir ao declínio irremediável dos valores urbanos que acompanharam a história ocidental? Prevalecerão inelutavelmente a fragmentação e o estiramento caótico? Estaremos condenados a lamentar a polis grega, a cidade do Renascimento, a Paris das Luzes, as grandes cidades industriais do século XIX? |