Referindo-se especialmente ao trabalho de Pierre Verger, a autora se concentra no embate sociocultural em que se vê o fotógrafo/pesquisador, como agente e paciente, na criação do documento fotográfico como fonte primária para a antropologia. A obra discorre ainda sobre o diálogo “olhar” fora-dentro, em que se reflete à dupla e simultânea condição do fotográfo-antropólogo como observador e participante, advogando um equilíbrio segundo a filosofia zen.


Livro
Autor Rosane de Andrade
Páginas 136

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