O voto direto e universal, que celebra a igualdade política dos homens, foi concretizado pela primeira vez em 1848. Considerado hoje um símbolo da democracia, é surpreendente constatar a indiferença que cercou o seu aniversário de 150 anos e a frágil atenção que se dá às formas de apropriação de suas práticas e às condições que as tornaram (e tornam) possíveis. Este livro reúne uma série de trabalhos que discutem como aconteceu, em vários países, a imposição e o ajuste desta prática como princípio de legitimidade da dominação política.


Livro
Autor Letícia Canêdo (org.)
Páginas 512
Tradutor Guilherme João de Freitas Teixeira, Herculano Villas-Boas, Leila de Aguiar Costa, Rubia Prates Goldoni, Tereza Lourenço Pereira e Valéria Pereira da Silva

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