Neste best-seller internacional o jornalista alemão Florian Illies reconstitui, sob um viés original e surpreendente, o ano de 1913 na Europa, mostrando, mês a mês, a efervescência cultural e política em que se encontrava a Europa logo antes da catastrófica eclosão da Primeira Guerra Mundial. 
Usando seus dotes de pesquisador e olhar de quem procura captar o espírito do tempo, Illies nos apresenta o ano: foi em 1913 que Henry Ford instalou a primeira esteira automática em sua fábrica, Charlie Chaplin assinou seu primeiro contrato de filme, Louis Armstrong pegou no trompete pela primeira vez, Coco Chanel e Prada abriram suas primeiras lojas de vestido. 
De uma crônica do cotidiano de personagens notórios do início do século XX – de Proust, Freud e Picasso a Kafka, Stravinski e os expressionistas, de Duchamp, Mann e Schönberg ao arquiduque Francisco Ferdinando, da aristocracia empertigada aos adeptos do naturismo e do amor livre, com participações especiais de Hitler, Tito e Stálin –, surge um panorama quase íntimo de um ano estranho e belo, ao mesmo tempo início e fim, que ao lado do ímpeto que alimentou a modernidade também trazia em si as sementes das catástrofes que se aproximavam. 
Com uma narrativa sagaz e tocante, 1913 é um livro irresistível para qualquer um interessado em arte, música e literatura do século XX, recheado de anedotas históricas e encontros surpreendentes.