Ele está de volta! Depois de encantar crianças de todas as idades no livro Meu gato mais tonto do mundo, o peculiar animal de estimação criado pelo autor de livros infantis e desenhista francês Gilles Bachelet protagoniza agora o Quando meu gato era pequeno. Como o título indica, neste novo volume da série a narrativa volta ao passado para enfocar a infância do “bichinho”, ambientando-se na casa de seu dono. Vale lembrar que, como o primeiro livro mostrava, o autor Gilles Bachelet é um sujeito distraído. Tanto que acabou adotando um elefantinho como bicho de estimação, pensando se tratar de um gato. O espaçoso e espalhafatoso elefante, que de bobo não tem nada, tratou de aproveitar a “oportunidade”, esbaldando-se como pôde. Na história de Quando meu gato era pequeno, acompanhamos a dificuldade do elefantinho em adaptar seu tamanho extra large às limitações espaciais do lar: seus modos “pesados” acabam desfigurando a decoração e a organização do ambiente, deixando os objetos da casa em perigo permanente e ele próprio em maus lençóis, como quando desaba dentro da banheira cheia d’água. Mas, na ausência do dono, nosso gato-elefante sente-se tão sozinho que precisa inventar novos passatempos ou conseguir algum tipo de companhia. É o caso do elefantinho de pelúcia que ele ganha de presente. Logo, o novo companheiro vira a “bola” de um jogo de basquete adaptado, em que o alvo é uma panela de água fervente no fogão. No entanto, como o amiguinho inanimado não é capaz de fazer muita coisa, nosso herói logo sente-se enfastiado. Como lidar com esse “gatinho” hiperativo?