A partir da sua experiência diária, a psicoterapeuta hospitalar contrapõe o corpo-organismo, que habita o discurso médico‑científico e psicológico ao da subjetividade, do corpo em off, desligado do “circuito dos especialismos” e aposta na criação de modelos de intervenção clínica que sejam facilitadores dos processos de singularização.