A preocupação com a herança nacional nunca foi tão grande como nos últimos anos. No entanto, embora a proposta seja testemunhar a autenticidade de monumentos e da memória, e opor-se à exploração das tradições inventadas, seu recente sucesso se deve, segundo críticos, ao desejo de evitar a aceleração da História e a confusão de valores. Desta forma, esta obra pretende mostrar o quanto a razão patrimonial, inscrita num longo período da reflexão ocidental, incorpora à nossa inteligência diversas formas do passado.