![]() |
NIETZSCHE Coleção
Figuras do Saber |
Compre aqui com nossos parceiros |
| Livraria Cultura | ||
| Submarino | ||
| Saraiva | ||
| Siciliano | ||
| Fnac | ||
"Deus está morto, mas [...] teremos de vencer também a sua sombra." - Friedrich Nietzsche
Virando pelo avesso conceitos cujo significado considerávamos desde sempre estabelecidos e dicotomias importantes para nosso modo de pensar, Friedrich Nietzsche (1844-1900) leva-nos a um permanente questionamento dos fundamentos de nossa existência.
Richard Beardsworth, autor desta introdução ao pensamento nietzschiano, alinha-se entre os que consideram que compreender essa filosofia – não apenas seu conteúdo temático, mas também sua lógica, sua orientação e seu horizonte – é mais que um exercício de leitura, é também um trabalho de reflexão sobre nós mesmos, nossas culturas e nossos futuros.
Este livro propõe-se compreender e articular as noções de fim da metafísica, morte de Deus, vontade de poder, eterno retorno e além-do-homem, sem se furtar a analisar a ambigüidade da resposta de Nietzsche, apresentando os movimentos contraditórios de sua obra e orientando nossa leitura através deles para mostrar como a filosofia do pensador alemão, em sua alegria e sua dor, ainda hoje é importante para nós.
![]() |
Sobre Nietzsche “Nisto consiste o projeto mais geral de Nietzsche:
introduzir na filosofia os conceitos de sentido e de valor. É evidente
que a filosofia moderna, em grande parte, viveu e vive ainda de Nietzsche.” “O ideal nietzschiano seria o pensador que passeia livremente pela
vida e recusa considerar a atividade criadora uma obrigação
intelectual; o homem que, para fecundar a si e aos outros, suprime o hiato
existente as mais das vezes entre conhecer e viver.” “Nietzsche integra na filosofia dois meios de expressão,
o aforismo e o poema. Estas formas implicam uma nova concepção
da filosofia, uma nova imagem do pensador e do pensamento. [...] O aforismo
é ao mesmo tempo a arte de interpretar e a coisa a interpretar;
o poema é ao mesmo tempo a arte de avaliar e a coisa a avaliar.
O intérprete é o fisiólogo ou o médico, o
que considera os fenômenos como sintomas e fala por aforismos. O
avaliador é o artista, que considera e cria ‘perspectivas’,
que fala pelo poema. O filósofo do futuro é artista e médico.” |