Comemoração: 30 anos da Estação Liberdade

Comemoração: 30 anos da Estação Liberdade

No último sábado (18/5), abrimos as portas da editora para receber os amigos e celebrar os 30 anos de história e atividades da Estação Liberdade. Além de confraternizar e jogar conversa dentro, o encontro também previa duas mesas de debate sobre o tema que unia todos: literatura. Recebemos as visitas a partir das 10h da chuvosa manhã de sábado. Depois do meio-dia, sob o calor do inesperado sol da tarde, chegou a hora da primeira das mesas de discussão literária, marcada para as 13h.

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30 anos: quatro obras e suas adaptações cinematográficas

30 anos: quatro obras e suas adaptações cinematográficas

Em 2019, a editora Estação Liberdade está completando 30 anos de atividade, com muitos bons livros e boas histórias. Para relembrar algumas das obras que fizeram parte desta trajetória, listamos aqui quatro livros publicados pela Estação Liberdade que já tiveram adaptações cinematográficas.

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A intimidade dos gigantes Kawabata e Mishima

A intimidade dos gigantes Kawabata e Mishima

Yasunari Kawabata, Nobel de Literatura em 1968, é um dos responsáveis pela universalização da literatura japonesa moderna. O enfant terrible Yukio Mishima, um dos mais exuberantes e profundos artistas do século XX, também. De fato, a produção literária de Kawabata e de Mishima, seus ecos e influências (diretos ou não), são responsáveis pela formação de certo imaginário ocidental sobre o Japão: ritual, erotismo, elegância; a neve — Kawabata — e o sangue — Mishima.

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Hans Fallada e a resistência das pessoas comuns

Hans Fallada e a resistência das pessoas comuns

Na última quarta-feira, 17/4, a Estação Liberdade, em parceria com o Goethe-Institut São Paulo, realizou uma mesa-redonda dedicada ao livro MORRER SOZINHO EM BERLIM, do autor alemão Hans Fallada. O livro, composto pouco depois da 2ª Guerra Mundial é, em essência, um livro sobre a memória daqueles que resistiram ao horror de mãos vazias, das formas como puderam, contra uma força totalmente desproporcional.

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Victor Hugo e a história em chamas

Victor Hugo e a história em chamas

Ontem, 15 de abril de 2019, os olhos do mundo se voltaram ao centro de Paris. As imagens do incêndio na catedral de Notre-Dame, um dos ícones máximos da arquitetura francesa, cuja atual estrutura foi finalizada há mais de 800 anos, dominaram a internet e o noticiário. O acidente é chocante por conta da aura de eternidade da catedral: o local da Notre-Dame foi templo pagão na Antiguidade e depois abrigou uma igreja cristã no século 4º. A construção da catedral em seu estilo gótico foi idealizada como símbolo da importância política, econômica e cultural da capital francesa por Luís VII no século XII. Ali foram coroados reis, foi onde Santa Joana D’Arc foi beatificada, onde Napoleão coroou-se a si mesmo imperador da França.

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Papo de editora, com LiteraTamy

Papo de editora, com LiteraTamy

A booktuber Tamlyn Ghannam fez uma visita à editora para mostrar um pouco do nosso trabalho e resgatar a nossa história em uma conversa com nosso diretor editorial Angel Bojadsen. Confira o resultado.

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Hans Fallada e a literatura em tempos de exceção

Hans Fallada e a literatura em tempos de exceção

No dia 17 de abril, a partir das 19h30, a Estação Liberdade e o Goethe-Institut São Paulo realizam uma mesa-redonda dedicada ao livro MORRER SOZINHO EM BERLIM (Jeder stirbt für sich allein), de Hans Fallada. O encontro acontecerá no auditório da sede do Goethe-Institut em São Paulo (Rua Lisboa, 974 - Pinheiros). A obra narra uma história real de resistência pacífica ao nazismo protagonizada por um casal de operários berlinenses. Para escrever o romance, Fallada, um dos mais populares escritores alemães do início do século XX, se baseou nos arquivos do processo movido pelo regime hitlerista contra os dois insurgentes.

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Literatura japonesa no CCSP: confira como foi o encontro

Literatura japonesa no CCSP: confira como foi o encontro

Na noite de ontem (28/3), no Centro Cultural São Paulo, aconteceu o "Ponto de Encontro: Literatura japonesa contemporânea", organizado pela Fundação Japão São Paulo. O senhor Masaru Susaki, diretor da Fundação, abriu o evento, com uma fala espirituosa (e em português!) sobre o trabalho da Fundação de apoiar iniciativas para o intercâmbio cultural entre Brasil e Japão. Em seguida, à palavra passou para a mesa de convidados, composta por Lica Hashimoto, tradutora literária e professora de língua e cultura japonesa; Rita Kohl, tradutora e pesquisadora; e Angel Bojadsen, diretor editorial da Estação Liberdade, que foi o primeiro a falar, apresentando um panorama da história da editora e de seu trabalho com a literatura japonesa.

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Sayaka Murata: do underground ao status de celebridade literária global

Sayaka Murata: do underground ao status de celebridade literária global

Com seu romance de 2016 sobre uma mulher um pouco estranha e sua saga para se encaixar na sociedade, Sayaka Murata conseguiu atingir de uma só vez vários pontos sensíveis do mundo contemporâneo. Talvez por isso o livro tenha se tornado um inesperado fenômeno (já são mais de 1 milhão de exemplares vendidos no Japão, com números na casa das centenas de milhares também em vários países do Ocidente) e alavancado Murata do underground – suas obras anteriores flertavam mais com a ficção científica do que com o realismo de QUERIDA KONBINI – ao status de celebridade literária global.

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A construção de As irmãs Makioka

A construção de As irmãs Makioka

Junichiro Tanizaki está entre os grandes autores japoneses – e do mundo – do século XX. A lista dos candidatos ao Nobel de Literatura ao longo da década de 1960 atesta que a Academia sueca concorda. Nos anos que precederam sua morte, em 1965, ele figurou várias vezes entre os finalistas. É possível imaginar os ilustres membros da academia sueca em dúvida entre a fina ironia das narrativas de costumes de Tanizaki, que nunca teve medo de espiar pelo buraco da fechadura das relações humanas, e a prosa sensorial e sinestésica do estilista Yasunari Kawabata. Ao fim, foi Kawabata o primeiro autor japonês a levar para casa o prêmio de um milhão de coroas suecas.

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