A fadiga da democracia progressista e os novos demagogos

A fadiga da democracia progressista e os novos demagogos

Na terça-feira, 13/8, tivemos na Martins Fontes Paulista o evento de lançamento de A GRANDE REGRESSÃO e a mesa "A fadiga da democracia progressista e os novos demagogos", com casa cheia. Renato Janine Ribeiro, que assina o artigo "O brasil voltou cinquenta anos em três" no livro, falou sobre o percurso histórico que nos legou o Estado democrático de direito, e diagnosticou aquele que acredita ser o principal problema da democracia atualmente: o juízo popular deixou de ser político e passou a ser econômico.

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A grande regressão: um debate internacional sobre os novos populismos — e como enfrentá-los

A grande regressão: um debate internacional sobre os novos populismos — e como enfrentá-los

A proposta de uma discussão internacional e plurieditorial vem responder aos questionamentos diante dos acontecimentos políticos recentes. A grande regressão: um debate internacional sobre os novos populismos – e como enfrentá-los, organizado por Heinrich Geiselberger, reúne contribuições de quinze autores consagrados, incluindo Zygmunt Bauman, Nancy Fraser, Bruno Latour e Slavoj Žižek, e um artigo inédito de Renato Janine Ribeiro.

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Um retrato comovente da Revolução Francesa

Um retrato comovente da Revolução Francesa

Repleta de aventura, romance e tragédia, a obra teve como inspiração o livro História da Revolução Francesa, publicado em 1837 pelo escritor, ensaísta e historiador escocês Thomas Carlyle (1795-1881). Longe de abandonar características dickensianas como o realismo e a forte tensão sentimental, incorpora contudo elementos que conferem a esta obra uma feliz singularidade dentro do legado do autor. Deixando um pouco de lado a comicidade que costuma permear seus personagens — ela está, sim, presente no texto, mas em uma escala menor se comparada a outros trabalhos —, Dickens embarca aqui em uma emocionante pintura da Revolução Francesa.

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5 livros de arquitetura que você precisa conhecer

5 livros de arquitetura que você precisa conhecer

Dia 1º de julho, celebramos o DIA MUNDIAL DA ARQUITETURA, a data foi escolhida para lembrar a fundação da UIA (União Internacional de Arquitetos) que aconteceu em 1º de julho de 1949, porém posteriormente transferiram esta comemoração para a primeira segunda-feira de outubro, que é a data que se comemora o Dia Mundial do Habitat. Sendo assim, temos dois dias no ano para comemorar e homenagear nossos arquitetos, pois alguns países ainda comemoram a data antiga.

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Comemoração: 30 anos da Estação Liberdade

Comemoração: 30 anos da Estação Liberdade

No último sábado (18/5), abrimos as portas da editora para receber os amigos e celebrar os 30 anos de história e atividades da Estação Liberdade. Além de confraternizar e jogar conversa dentro, o encontro também previa duas mesas de debate sobre o tema que unia todos: literatura. Recebemos as visitas a partir das 10h da chuvosa manhã de sábado. Depois do meio-dia, sob o calor do inesperado sol da tarde, chegou a hora da primeira das mesas de discussão literária, marcada para as 13h.

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Querida konbini: um best-seller internacional

Querida konbini: um best-seller internacional

QUERIDA KONBINI nos apresenta Keiko Furukura, que aos 36 anos segue no emprego da adolescência e nunca se envolveu romanticamente. As lojas de conveniência japonesas, cenário do livro, não se parecem muito com as brasileiras. Apelidadas de “konbini” (abreviação de convenience store, ou “konbiniensu sutoa”), elas são mais como minimercados: além de todo tipo de bebidas quentes e geladas, comidas prontas (como pães doces e salgados), fast-food, bentô (marmitas prontas que podem ser aquecidas na própria loja), bolachas, chocolates, sorvetes e salgadinhos, as konbinis têm também ingredientes frescos e congelados para refeições simples e, em alguns casos, frutas e hortaliças. Revistas, cosméticos, artigos de papelaria e de higiene pessoal e até peças de roupa básicas (para pequenas emergências, como no caso de uma meia-calça rasgada) também podem ser encontrados.

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30 anos: quatro obras e suas adaptações cinematográficas

30 anos: quatro obras e suas adaptações cinematográficas

Em 2019, a editora Estação Liberdade está completando 30 anos de atividade, com muitos bons livros e boas histórias. Para relembrar algumas das obras que fizeram parte desta trajetória, listamos aqui quatro livros publicados pela Estação Liberdade que já tiveram adaptações cinematográficas.

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A intimidade dos gigantes Kawabata e Mishima

A intimidade dos gigantes Kawabata e Mishima

Yasunari Kawabata, Nobel de Literatura em 1968, é um dos responsáveis pela universalização da literatura japonesa moderna. O enfant terrible Yukio Mishima, um dos mais exuberantes e profundos artistas do século XX, também. De fato, a produção literária de Kawabata e de Mishima, seus ecos e influências (diretos ou não), são responsáveis pela formação de certo imaginário ocidental sobre o Japão: ritual, erotismo, elegância; a neve — Kawabata — e o sangue — Mishima.

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Hans Fallada e a resistência das pessoas comuns

Hans Fallada e a resistência das pessoas comuns

Na última quarta-feira, 17/4, a Estação Liberdade, em parceria com o Goethe-Institut São Paulo, realizou uma mesa-redonda dedicada ao livro MORRER SOZINHO EM BERLIM, do autor alemão Hans Fallada. O livro, composto pouco depois da 2ª Guerra Mundial é, em essência, um livro sobre a memória daqueles que resistiram ao horror de mãos vazias, das formas como puderam, contra uma força totalmente desproporcional.

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Victor Hugo e a história em chamas

Victor Hugo e a história em chamas

Ontem, 15 de abril de 2019, os olhos do mundo se voltaram ao centro de Paris. As imagens do incêndio na catedral de Notre-Dame, um dos ícones máximos da arquitetura francesa, cuja atual estrutura foi finalizada há mais de 800 anos, dominaram a internet e o noticiário. O acidente é chocante por conta da aura de eternidade da catedral: o local da Notre-Dame foi templo pagão na Antiguidade e depois abrigou uma igreja cristã no século 4º. A construção da catedral em seu estilo gótico foi idealizada como símbolo da importância política, econômica e cultural da capital francesa por Luís VII no século XII. Ali foram coroados reis, foi onde Santa Joana D’Arc foi beatificada, onde Napoleão coroou-se a si mesmo imperador da França.

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