O guia fantástico do centro antigo de Tóquio

O guia fantástico do centro antigo de Tóquio

Inspirado pelas "100 vistas de Edo", do mestre do ukiyo-e Hiroshige Utagawa (1797-1858), o ilustrador japonês SHINJI TSUCHIMOCHI decidiu criar suas 100 VISTAS DE TÓQUIO. A publicação, que já teve edições em espanhol e francês além da original japonesa, é o mais novo livro ilustrado da Estação Liberdade.

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"Literatura chinesa de raiz", por Sergio Maduro

"Literatura chinesa de raiz", por Sergio Maduro

Na matéria de Sergio Maduro para o Instituto Confúcio, conheça mais sobre Chen Zhongshi e sua obra-prima "Na Terra do Cervo Branco"

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Chen Zhongshi: 5 motivos para conhecer o autor e sua obra-prima

Chen Zhongshi: 5 motivos para conhecer o autor e sua obra-prima

“Se o livro tiver a capacidade de despertar o interesse dos leitores e os ajudar a conhecer a evolução histórica da China contemporânea, ficarei plenamente satisfeito”. Era assim que o romancista chinês Chen Zhongshi falava sobre sua obra Na Terra do Cervo Branco. A obra é fruto do esforço monumental de recriar as marés históricas e conflitos políticos do século XX na China, ao mesmo tempo acertando contas com a milenar tradição do país. O desejo de Chen era criar uma obra-prima que “ele pudesse levar para o caixão como um travesseiro."

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Na Terra do Cervo Branco traz narrativa épica da China profunda

Na Terra do Cervo Branco traz narrativa épica da China profunda

Em maio de 2016, milhares de pessoas se reuniram para dar adeus a Chen Zhongshi em seu velório em Xi’an, capital da sua provincía natal de Shaanxi. Nas suas últimas décadas de vida, o autor viu sua popularidade crescer imensamente – tudo por conta do sucesso internacional de Na Terra do Cervo Branco, que, além de receber em 1997 o Mao Dun, prêmio literário máximo de seu país, vendeu milhões de exemplares e teve adaptações das mais diversas.

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Mulheres atrás das câmeras

Mulheres atrás das câmeras

Antes que o cinema fosse indústria e entretenimento de massa, ele era uma novidade tecnológica, uma descoberta da transição do século XIX para o século XX. Com raízes tanto na ciência quanto na arte, o cinema intrigava, desafiava, convidava criativos de todas as disciplinas a compreender e utilizar suas possibilidades.

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A repercussão do Nobel de Handke

A repercussão do Nobel de Handke

"Uma sensação de liberdade como nunca senti antes. Não consigo explicar -- mística, acho. Não é a minha liberdade, mas uma liberdade exterior, completa e absurda. Vai demorar para eu me acostumar."

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O austríaco Peter Handke recebe o Nobel por sua "engenhosidade linguística"

O austríaco Peter Handke recebe o Nobel por sua "engenhosidade linguística"

Nesta quinta-feira (10/10), a Academia Sueca anunciou os nomes dos vencedores do Prêmio Nobel de Literatura. Excepcionalmente, neste ano a Academia anunciou dois premiados de uma vez: a de 2018 e o de 2019. O romancista, ensaísta, dramaturgo e cineasta Peter Handke, de quem a Estação Liberdade tem dois livros publicados (e mais por vir), ganhou o troféu de 2019 pelo trabalho influente que "com engenhosidade linguística explorou as periferias e especificidades da experiência humana". A honraria de 2018 foi entregue à autora polonesa Olga Tokarczuk. Ambas as escolhas, autores da alta literatura e fora do mainstream, nos parecem importantes.

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As cineastas que moldaram o nosso audiovisual, das pioneiras aos dias de hoje

As cineastas que moldaram o nosso audiovisual, das pioneiras aos dias de hoje

Editado em parceria com a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), Mulheres atrás das câmeras: as cineastas brasileiras de 1930 a 2018 é fruto de uma inquietação perante as poucas informações disponíveis sobre a história do cinema brasileiro feito por mulheres.

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As narrativas de Jun’ichiro Tanizaki

As narrativas de Jun’ichiro Tanizaki

As duas narrativas deste volume foram escritas em épocas bastante diferentes da carreira de Tanizaki. Retrato de Shunkin é de 1933; A Ponte Flutuante dos Sonhos só foi publicada em 1959, mas começou a ser escrita em 1954. Entre as duas novelas, houve a guerra e a mais importante experiência estética da vida de Tanizaki: a tradução de O Romance do Genji para o japonês moderno.

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Amor, perversão e devoção pela pena de Tanizaki

Amor, perversão e devoção pela pena de Tanizaki

Após revelados pela Academia Sueca os indicados ao Prêmio Nobel de Literatura ao longo da década de 1960, sabemos que Jun’ichiro Tanizaki esteve muito perto de ser o primeiro premiado japonês. Não é difícil entender suas repetidas indicações: Tanizaki abriu uma janela para a alma humana como quase nenhum outro autor moderno, explorando paixões e perversões com sensibilidade e ironia. A PONTE FLUTUANTE DOS SONHOS e RETRATO DE SHUNKIN, nunca antes publicados no Brasil, estão entre os melhores exemplos de sua prosa.

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