O austríaco Peter Handke recebe o Nobel por sua "engenhosidade linguística"

O austríaco Peter Handke recebe o Nobel por sua "engenhosidade linguística"

Nesta quinta-feira (10/10), a Academia Sueca anunciou os nomes dos vencedores do Prêmio Nobel de Literatura. Excepcionalmente, neste ano a Academia anunciou dois premiados de uma vez: a de 2018 e o de 2019. O romancista, ensaísta, dramaturgo e cineasta Peter Handke, de quem a Estação Liberdade tem dois livros publicados (e mais por vir), ganhou o troféu de 2019 pelo trabalho influente que "com engenhosidade linguística explorou as periferias e especificidades da experiência humana". A honraria de 2018 foi entregue à autora polonesa Olga Tokarczuk. Ambas as escolhas, autores da alta literatura e fora do mainstream, nos parecem importantes.

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As cineastas que moldaram o nosso audiovisual, das pioneiras aos dias de hoje

As cineastas que moldaram o nosso audiovisual, das pioneiras aos dias de hoje

Editado em parceria com a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), Mulheres atrás das câmeras: as cineastas brasileiras de 1930 a 2018 é fruto de uma inquietação perante as poucas informações disponíveis sobre a história do cinema brasileiro feito por mulheres.

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As narrativas de Jun’ichiro Tanizaki

As narrativas de Jun’ichiro Tanizaki

As duas narrativas deste volume foram escritas em épocas bastante diferentes da carreira de Tanizaki. Retrato de Shunkin é de 1933; A Ponte Flutuante dos Sonhos só foi publicada em 1959, mas começou a ser escrita em 1954. Entre as duas novelas, houve a guerra e a mais importante experiência estética da vida de Tanizaki: a tradução de O Romance do Genji para o japonês moderno.

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Amor, perversão e devoção pela pena de Tanizaki

Amor, perversão e devoção pela pena de Tanizaki

Após revelados pela Academia Sueca os indicados ao Prêmio Nobel de Literatura ao longo da década de 1960, sabemos que Jun’ichiro Tanizaki esteve muito perto de ser o primeiro premiado japonês. Não é difícil entender suas repetidas indicações: Tanizaki abriu uma janela para a alma humana como quase nenhum outro autor moderno, explorando paixões e perversões com sensibilidade e ironia. A PONTE FLUTUANTE DOS SONHOS e RETRATO DE SHUNKIN, nunca antes publicados no Brasil, estão entre os melhores exemplos de sua prosa.

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Afinal de contas, o que é o PACOTE MISTÉRIO?

Afinal de contas, o que é o PACOTE MISTÉRIO?

Que tal receber dois livros da Estação Liberdade (escolhidos por nossa equipe), mais brindes da editora, por apenas R$49,90?

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Lançamento "Rússia" e mesa-redonda "El Lissitzky, artista total"

Lançamento "Rússia" e mesa-redonda "El Lissitzky, artista total"

Na última quarta-feira (21/8), em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, aconteceu o debate "El Lissitzky, artista total: revolução arquitetônica nos primórdios soviéticos" e o lançamento de RÚSSIA: A RECONSTRUÇÃO DA ARQUITETURA NA UNIÃO SOVIÉTICA, de El Lissitzky.

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A fadiga da democracia progressista e os novos demagogos

A fadiga da democracia progressista e os novos demagogos

Na terça-feira, 13/8, tivemos na Martins Fontes Paulista o evento de lançamento de A GRANDE REGRESSÃO e a mesa "A fadiga da democracia progressista e os novos demagogos", com casa cheia. Renato Janine Ribeiro, que assina o artigo "O brasil voltou cinquenta anos em três" no livro, falou sobre o percurso histórico que nos legou o Estado democrático de direito, e diagnosticou aquele que acredita ser o principal problema da democracia atualmente: o juízo popular deixou de ser político e passou a ser econômico.

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A grande regressão: um debate internacional sobre os novos populismos — e como enfrentá-los

A grande regressão: um debate internacional sobre os novos populismos — e como enfrentá-los

A proposta de uma discussão internacional e plurieditorial vem responder aos questionamentos diante dos acontecimentos políticos recentes. A grande regressão: um debate internacional sobre os novos populismos – e como enfrentá-los, organizado por Heinrich Geiselberger, reúne contribuições de quinze autores consagrados, incluindo Zygmunt Bauman, Nancy Fraser, Bruno Latour e Slavoj Žižek, e um artigo inédito de Renato Janine Ribeiro.

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Um retrato comovente da Revolução Francesa

Um retrato comovente da Revolução Francesa

Repleta de aventura, romance e tragédia, a obra teve como inspiração o livro História da Revolução Francesa, publicado em 1837 pelo escritor, ensaísta e historiador escocês Thomas Carlyle (1795-1881). Longe de abandonar características dickensianas como o realismo e a forte tensão sentimental, incorpora contudo elementos que conferem a esta obra uma feliz singularidade dentro do legado do autor. Deixando um pouco de lado a comicidade que costuma permear seus personagens — ela está, sim, presente no texto, mas em uma escala menor se comparada a outros trabalhos —, Dickens embarca aqui em uma emocionante pintura da Revolução Francesa.

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5 livros de arquitetura que você precisa conhecer

5 livros de arquitetura que você precisa conhecer

Dia 1º de julho, celebramos o DIA MUNDIAL DA ARQUITETURA, a data foi escolhida para lembrar a fundação da UIA (União Internacional de Arquitetos) que aconteceu em 1º de julho de 1949, porém posteriormente transferiram esta comemoração para a primeira segunda-feira de outubro, que é a data que se comemora o Dia Mundial do Habitat. Sendo assim, temos dois dias no ano para comemorar e homenagear nossos arquitetos, pois alguns países ainda comemoram a data antiga.

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