Friedrich Dürrenmatt: artista multifacetado

Friedrich Dürrenmatt: artista multifacetado

Filho de pastor protestante, Friedrich Dürrenmatt, nasceu em 1921 na pequena cidade de Konolfingen, na Suíça. Estudou literatura, filosofia e teologia, mas não concluiu a universidade. Dürrenmatt tornou-se um dos principais expoentes da literatura de seu país e marcou seu nome entre os principais autores de língua alemã da literatura moderna. Autor de ensaios, peças, sátiras e romances marcados por reflexões sobre a justiça, a liberdade, a culpa, o acaso, a virtude e a literatura em si, sua produção explorou a tragédia humana de forma irônica, por vezes grotesca, escancarando as ambiguidades e a decadência moral da Europa no pós-Segunda Guerra.

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Sete autoras para conhecer em 2019

Sete autoras para conhecer em 2019

O ano mal começou e você já está montando aquela famosa lista de livros para ler durante 2019? Para te ajudar, a Estação Liberdade reuniu seis autoras que fazem parte do catálogo e que você deveria conhecer.

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De férias com a Estação Liberdade

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Aproveite as férias para finalmente devorar aquele livro tão sonhado. Confira nossa sugestão de leitura com descontos especiais!

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Rugendas, um cronista viajante

Rugendas, um cronista viajante

É exibido um conjunto de obras do artista alemão que, ao lado de Debret, foi responsável pela divulgação das primeiras imagens do país no exterior. A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, de 12 de janeiro a 31 de março de 2019, a exposição “Rugendas, um cronista viajante”, que exibe obras do pintor, desenhista, ilustrador, aquarelista e litógrafo alemão Johann Moritz Rugendas (1802-1858) que retratam o Brasil no século XIX. A curadoria é de Angela Ancora da Luz e o projeto tem patrocínio integral da CAIXA e Governo Federal.

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Hans Fallada na Folha de São Paulo

Hans Fallada na Folha de São Paulo

MORRER SOZINHO EM BERLIM, de Hans Fallada, destacado na Folha de São Paulo

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O Poder da Multiplicação

O Poder da Multiplicação

A obra O PODER DA MULTIPLICAÇÃO, é organizada pelo Goethe-Institut Porto Alegre, por Marina Ludemann, Adair Gass e Isabel Waquil. O projeto O Poder da Multiplicação é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodutibilidade hoje em dia e apresenta obras de 14 artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul e da Alemanha que lidam com essas questões de distintas maneiras.

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Uma história de resistência à ditadura nazista

Uma história de resistência à ditadura nazista

Escrito e publicado pouco após a queda do Reich, em 1947, o romance MORRER SOZINHO EM BERLIM é uma das primeiras obras por um autor alemão a tratar da resistência aos nazistas, e considerada uma das mais importantes. Em 1945, Johannes Becher fez chegar às mãos de Hans Fallada, autor de renome internacional desde a década de 1930, arquivos da Gestapo sobre o julgamento do casal Otto e Elise Hampel. Após descobrirem que o irmão de Elise havia morrido na guerra, o casal iniciou sua própria campanha contra o regime nazista em Berlim, escrevendo e distribuindo secretamente cartões-postais em que pediam que o povo alemão se recusasse a cooperar com os nazistas.

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O mundo infantojuvenil da Estação Liberdade

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Conheça todas as obras infantojuvenil do catálogo da Editora Estação Liberdade

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Uma carta de Sayaka Murata

Uma carta de Sayaka Murata

Assim como Keiko Furukura, protagonista de QUERIDA KONBINI, Sayaka Murata também trabalhou em uma loja de conveniência. O trabalho a ajudava a pagar as contas enquanto ela era uma aspirante a escritora. Ela continuou trabalhando na konbini por vários e vários anos (mesmo que em meio período e apenas alguns dias da semana), coisa que a ajudava a manter uma rotina e a observar pessoas comuns em seu dia a dia. Após o romance receber o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos do país, ela chegou inclusive a dizer que, se seu gerente não se importasse, ela gostaria de continuar no cargo, declaração que foi amplamente noticiada e repercutida no país. Leia abaixo uma carta de amor de Sayaka Murata para a loja onde trabalhou.

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Conhecendo as konbinis japonesas

Conhecendo as konbinis japonesas

Sayaka Murata era funcionária em uma konbini quando este romance recebeu o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos no Japão, em 2016, por Querida konbini. O emprego ajudava Murata a se sustentar no início de sua carreira literária, mas, mesmo depois de já razoavelmente estabelecida como escritora, ela continuou lá (e só recentemente deixou a posição). O trabalho dava ritmo ao seu cotidiano e lhe permitia observar as pessoas e tirar inspiração para suas histórias. Durante a coletiva de imprensa na entrega do prêmio, ela afirmou que seguiria no serviço caso o gerente não se importasse — fato que causou grande surpresa e foi muito noticiado.

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