De férias com a Estação Liberdade

De férias com a Estação Liberdade

Aproveite as férias para finalmente devorar aquele livro tão sonhado. Confira nossa sugestão de leitura com descontos especiais!

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Rugendas, um cronista viajante

Rugendas, um cronista viajante

É exibido um conjunto de obras do artista alemão que, ao lado de Debret, foi responsável pela divulgação das primeiras imagens do país no exterior. A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, de 12 de janeiro a 31 de março de 2019, a exposição “Rugendas, um cronista viajante”, que exibe obras do pintor, desenhista, ilustrador, aquarelista e litógrafo alemão Johann Moritz Rugendas (1802-1858) que retratam o Brasil no século XIX. A curadoria é de Angela Ancora da Luz e o projeto tem patrocínio integral da CAIXA e Governo Federal.

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Hans Fallada na Folha de São Paulo

Hans Fallada na Folha de São Paulo

MORRER SOZINHO EM BERLIM, de Hans Fallada, destacado na Folha de São Paulo

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O Poder da Multiplicação

O Poder da Multiplicação

A obra O PODER DA MULTIPLICAÇÃO, é organizada pelo Goethe-Institut Porto Alegre, por Marina Ludemann, Adair Gass e Isabel Waquil. O projeto O Poder da Multiplicação é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodutibilidade hoje em dia e apresenta obras de 14 artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul e da Alemanha que lidam com essas questões de distintas maneiras.

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Uma história de resistência à ditadura nazista

Uma história de resistência à ditadura nazista

Escrito e publicado pouco após a queda do Reich, em 1947, o romance MORRER SOZINHO EM BERLIM é uma das primeiras obras por um autor alemão a tratar da resistência aos nazistas, e considerada uma das mais importantes. Em 1945, Johannes Becher fez chegar às mãos de Hans Fallada, autor de renome internacional desde a década de 1930, arquivos da Gestapo sobre o julgamento do casal Otto e Elise Hampel. Após descobrirem que o irmão de Elise havia morrido na guerra, o casal iniciou sua própria campanha contra o regime nazista em Berlim, escrevendo e distribuindo secretamente cartões-postais em que pediam que o povo alemão se recusasse a cooperar com os nazistas.

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O mundo infantojuvenil da Estação Liberdade

O mundo infantojuvenil da Estação Liberdade

Conheça todas as obras infantojuvenil do catálogo da Editora Estação Liberdade

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Uma carta de Sayaka Murata

Uma carta de Sayaka Murata

Assim como Keiko Furukura, protagonista de QUERIDA KONBINI, Sayaka Murata também trabalhou em uma loja de conveniência. O trabalho a ajudava a pagar as contas enquanto ela era uma aspirante a escritora. Ela continuou trabalhando na konbini por vários e vários anos (mesmo que em meio período e apenas alguns dias da semana), coisa que a ajudava a manter uma rotina e a observar pessoas comuns em seu dia a dia. Após o romance receber o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos do país, ela chegou inclusive a dizer que, se seu gerente não se importasse, ela gostaria de continuar no cargo, declaração que foi amplamente noticiada e repercutida no país. Leia abaixo uma carta de amor de Sayaka Murata para a loja onde trabalhou.

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Conhecendo as konbinis japonesas

Conhecendo as konbinis japonesas

Sayaka Murata era funcionária em uma konbini quando este romance recebeu o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos no Japão, em 2016, por Querida konbini. O emprego ajudava Murata a se sustentar no início de sua carreira literária, mas, mesmo depois de já razoavelmente estabelecida como escritora, ela continuou lá (e só recentemente deixou a posição). O trabalho dava ritmo ao seu cotidiano e lhe permitia observar as pessoas e tirar inspiração para suas histórias. Durante a coletiva de imprensa na entrega do prêmio, ela afirmou que seguiria no serviço caso o gerente não se importasse — fato que causou grande surpresa e foi muito noticiado.

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Lançamento: Querida konbini

Lançamento: Querida konbini

Irasshaimasê! Observando as konbinis japonesas (abreviação do termo em inglês para loja de conveniência) Sayaka Murata identificou o cenário perfeito para seu romance. As onipresentes cadeias de minimercados são parte fundamental da vida urbana no Japão: refeições prontas, revistas, artigos de higiene pessoal, peças de roupa, serviços como entregas ou pagamentos de contas, tudo isso é oferecido, 24 horas por dia, 365 dias por ano. A protagonista e narradora de Querida konbini é Keiko Furukura. Aos 36 anos, Keiko nunca se envolveu romanticamente e, desde os 18, trabalha numa konbini – todos insistem que ela arranje um trabalho sério ou, pior ainda, um marido. Keiko, no entanto, está satisfeita consigo mesma. Deslocada desde a infância, é na loja, com regras estritas para os funcionários e dinâmica precisa de funcionamento, que ela consegue pela primeira vez se sentir uma peça no mecanismo do mundo.

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Novidades em nossa loja virtual

Novidades em nossa loja virtual

A Estação Liberdade acabou de ganhar várias novidades em sua loja virtual: novas formas de pagamento, frete grátis para todo o Brasil, cadastro personalizado e cadastro de professor. A ideia é facilitar a experiência daqueles que já acessam e fazem suas compras em nossa loja virtual, e também dos novos visitantes, que querem saber mais sobre quem somos e o que fazemos.

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