Uma carta de Sayaka Murata

Uma carta de Sayaka Murata

Assim como Keiko Furukura, protagonista de QUERIDA KONBINI, Sayaka Murata também trabalhou em uma loja de conveniência. O trabalho a ajudava a pagar as contas enquanto ela era uma aspirante a escritora. Ela continuou trabalhando na konbini por vários e vários anos (mesmo que em meio período e apenas alguns dias da semana), coisa que a ajudava a manter uma rotina e a observar pessoas comuns em seu dia a dia. Após o romance receber o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos do país, ela chegou inclusive a dizer que, se seu gerente não se importasse, ela gostaria de continuar no cargo, declaração que foi amplamente noticiada e repercutida no país. Leia abaixo uma carta de amor de Sayaka Murata para a loja onde trabalhou.

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Conhecendo as konbinis japonesas

Conhecendo as konbinis japonesas

Sayaka Murata era funcionária em uma konbini quando este romance recebeu o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos no Japão, em 2016, por Querida konbini. O emprego ajudava Murata a se sustentar no início de sua carreira literária, mas, mesmo depois de já razoavelmente estabelecida como escritora, ela continuou lá (e só recentemente deixou a posição). O trabalho dava ritmo ao seu cotidiano e lhe permitia observar as pessoas e tirar inspiração para suas histórias. Durante a coletiva de imprensa na entrega do prêmio, ela afirmou que seguiria no serviço caso o gerente não se importasse — fato que causou grande surpresa e foi muito noticiado.

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Lançamento: Querida konbini

Lançamento: Querida konbini

Irasshaimasê! Observando as konbinis japonesas (abreviação do termo em inglês para loja de conveniência) Sayaka Murata identificou o cenário perfeito para seu romance. As onipresentes cadeias de minimercados são parte fundamental da vida urbana no Japão: refeições prontas, revistas, artigos de higiene pessoal, peças de roupa, serviços como entregas ou pagamentos de contas, tudo isso é oferecido, 24 horas por dia, 365 dias por ano. A protagonista e narradora de Querida konbini é Keiko Furukura. Aos 36 anos, Keiko nunca se envolveu romanticamente e, desde os 18, trabalha numa konbini – todos insistem que ela arranje um trabalho sério ou, pior ainda, um marido. Keiko, no entanto, está satisfeita consigo mesma. Deslocada desde a infância, é na loja, com regras estritas para os funcionários e dinâmica precisa de funcionamento, que ela consegue pela primeira vez se sentir uma peça no mecanismo do mundo.

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