Querida konbini: um best-seller internacional

Querida konbini: um best-seller internacional

QUERIDA KONBINI nos apresenta Keiko Furukura, que aos 36 anos segue no emprego da adolescência e nunca se envolveu romanticamente. As lojas de conveniência japonesas, cenário do livro, não se parecem muito com as brasileiras. Apelidadas de “konbini” (abreviação de convenience store, ou “konbiniensu sutoa”), elas são mais como minimercados: além de todo tipo de bebidas quentes e geladas, comidas prontas (como pães doces e salgados), fast-food, bentô (marmitas prontas que podem ser aquecidas na própria loja), bolachas, chocolates, sorvetes e salgadinhos, as konbinis têm também ingredientes frescos e congelados para refeições simples e, em alguns casos, frutas e hortaliças. Revistas, cosméticos, artigos de papelaria e de higiene pessoal e até peças de roupa básicas (para pequenas emergências, como no caso de uma meia-calça rasgada) também podem ser encontrados.

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Literatura japonesa no CCSP: confira como foi o encontro

Literatura japonesa no CCSP: confira como foi o encontro

Na noite de ontem (28/3), no Centro Cultural São Paulo, aconteceu o "Ponto de Encontro: Literatura japonesa contemporânea", organizado pela Fundação Japão São Paulo. O senhor Masaru Susaki, diretor da Fundação, abriu o evento, com uma fala espirituosa (e em português!) sobre o trabalho da Fundação de apoiar iniciativas para o intercâmbio cultural entre Brasil e Japão. Em seguida, à palavra passou para a mesa de convidados, composta por Lica Hashimoto, tradutora literária e professora de língua e cultura japonesa; Rita Kohl, tradutora e pesquisadora; e Angel Bojadsen, diretor editorial da Estação Liberdade, que foi o primeiro a falar, apresentando um panorama da história da editora e de seu trabalho com a literatura japonesa.

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Sayaka Murata: do underground ao status de celebridade literária global

Sayaka Murata: do underground ao status de celebridade literária global

Com seu romance de 2016 sobre uma mulher um pouco estranha e sua saga para se encaixar na sociedade, Sayaka Murata conseguiu atingir de uma só vez vários pontos sensíveis do mundo contemporâneo. Talvez por isso o livro tenha se tornado um inesperado fenômeno (já são mais de 1 milhão de exemplares vendidos no Japão, com números na casa das centenas de milhares também em vários países do Ocidente) e alavancado Murata do underground – suas obras anteriores flertavam mais com a ficção científica do que com o realismo de QUERIDA KONBINI – ao status de celebridade literária global.

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Uma carta de Sayaka Murata

Uma carta de Sayaka Murata

Assim como Keiko Furukura, protagonista de QUERIDA KONBINI, Sayaka Murata também trabalhou em uma loja de conveniência. O trabalho a ajudava a pagar as contas enquanto ela era uma aspirante a escritora. Ela continuou trabalhando na konbini por vários e vários anos (mesmo que em meio período e apenas alguns dias da semana), coisa que a ajudava a manter uma rotina e a observar pessoas comuns em seu dia a dia. Após o romance receber o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos do país, ela chegou inclusive a dizer que, se seu gerente não se importasse, ela gostaria de continuar no cargo, declaração que foi amplamente noticiada e repercutida no país. Leia abaixo uma carta de amor de Sayaka Murata para a loja onde trabalhou.

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Conhecendo as konbinis japonesas

Conhecendo as konbinis japonesas

Sayaka Murata era funcionária em uma konbini quando este romance recebeu o Prêmio Akutagawa, um dos mais prestigiosos no Japão, em 2016, por Querida konbini. O emprego ajudava Murata a se sustentar no início de sua carreira literária, mas, mesmo depois de já razoavelmente estabelecida como escritora, ela continuou lá (e só recentemente deixou a posição). O trabalho dava ritmo ao seu cotidiano e lhe permitia observar as pessoas e tirar inspiração para suas histórias. Durante a coletiva de imprensa na entrega do prêmio, ela afirmou que seguiria no serviço caso o gerente não se importasse — fato que causou grande surpresa e foi muito noticiado.

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Lançamento: Querida konbini

Lançamento: Querida konbini

Irasshaimasê! Observando as konbinis japonesas (abreviação do termo em inglês para loja de conveniência) Sayaka Murata identificou o cenário perfeito para seu romance. As onipresentes cadeias de minimercados são parte fundamental da vida urbana no Japão: refeições prontas, revistas, artigos de higiene pessoal, peças de roupa, serviços como entregas ou pagamentos de contas, tudo isso é oferecido, 24 horas por dia, 365 dias por ano. A protagonista e narradora de Querida konbini é Keiko Furukura. Aos 36 anos, Keiko nunca se envolveu romanticamente e, desde os 18, trabalha numa konbini – todos insistem que ela arranje um trabalho sério ou, pior ainda, um marido. Keiko, no entanto, está satisfeita consigo mesma. Deslocada desde a infância, é na loja, com regras estritas para os funcionários e dinâmica precisa de funcionamento, que ela consegue pela primeira vez se sentir uma peça no mecanismo do mundo.

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