De férias com a Estação Liberdade

Aproveite as férias para finalmente devorar aquele livro tão sonhado. 
Confira nossa sugestão de leitura com descontos especiais!


Morrer sozinho em Berlim, de Hans Fallada
A partir da história real de um casal de operários e sua inabalável coragem e resistência, Hans Fallada compõe, em forma de thriller, um retrato objetivo e cru dos horrores da vida sob a ditadura nazista.

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Canadá, de Richard Ford

Escrito pelo norte-americano Richard Ford, o livro combina road-story com romance de formação, ao acompanhar a saga de um garoto dito normal, egresso de uma família supostamente normal — o pai, ex-piloto da Força Aérea, a mãe, professora —, e cuja dificuldade financeira os levam a cometerem um crime que mudará o destino de todos para sempre. 
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Notre-Dame de Paris, de Victor Hugo

Participando ativamente da vida política, após anos de exílio, em notável reviravolta, no final da vida tornou-se poeta nacional da França. Estilisticamente, insere-se no romantismo, mas um romantismo social priorizando os sentimentos de fraternidade, justiça e redenção do homem. Notre-Dame de Paris é um inequívoco exemplo do poder da imaginação, da eficaz utilização de mitos medievais e da construção de uma obra que soube cair nas graças do público. 




Diário de um velho louco, de Jun'Ichiro Tanizaki

Entre um rebelde senhor de 77 anos e sua nora surge um jogo sutil de poder, envolvendo, de um lado, o ancião que se empenha em burlar uma vida regrada por remédios, médicos e hospitais e, de outro, a ex-dançarina de casas noturnas, mulher bela e licenciosa, plena de vida, que faz uso de seus talentos naturais para fascinar e controlar o sogro, manipulando- o em prol de interesses pessoais.
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A balada do cálamo, de Atiq Rahimi
Na prosa lírica de A balada do cálamo, o autor e diretor franco-afegão Atiq Rahimi procura dar forma à experiência traumática do exílio, ao mesmo tempo em que relembra sua história de vida e a autodescoberta como artista. Oscilando entre o presente em Paris e o passado errante, o livro mescla memórias a reflexões artísticas, iluminadas por caligrafias e calimorfias (letras antropoformes) do autor.
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Querida Konbini, de Sayaka Murata
Neste premiado best-seller internacional, Sayaka Murata cria, no interior de uma konbini — uma das onipresentes lojas de conveniência japonesas —, um espelho da sociedade contemporânea, questionando os moldes em que temos de nos encaixar para poder fazer parte dela. 
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