Foucault 

Pierre Billouet
Em 1966, pouco depois da publicação de "As palavras e as coisas", a revista Le Nouvel Observateur estampou a manchete “Foucault como pãezinhos”, comentando o fenômeno de vendas em que a obra tinha se transformado. A publicação de "Vigiar e punir", em 1975, teve igualmente uma tão grande repercussão que não se pode separar os efeitos acadêmicos do livro de seus efeitos políticos. 

Foucault não se interessava pelas “superfícies” e sim pelas “profundezas” dos domínios do saber – lá onde acontecem as rupturas que fazem que, sob as mesmas palavras, se pense de fato em coisas diferentes. Como pôde esse filósofo nada fácil ultrapassar os limites dos campi e exercer tanta influência sobre a sociedade e o pensamento contemporâneos, e levar a que a maioria das discussões sobre os caminhos da psiquiatria, da medicina e das prisões tenham no horizonte a sua obra? 

Neste livro, Pierre Billouet assume o desafio de apresentar essa obra restituindo sua dinâmica interna (em que todo livro de Foucault é encadeado aos precedentes) e a externa (em que todo livro é encadeado ao mundo e a seu tempo), seguindo a ordem cronológica e fazendo uma longa análise, inclusive da repercussão, de cada um dos principais trabalhos do filósofo ("História da loucura", "O nascimento da clínica", "As palavras e as coisas", "A arqueologia do saber", "Vigiar e punir", "História da sexualidade") em capítulos que funcionam como verdadeiros guias de leitura dos escritos desse autor paradoxal.
Col. Figuras do saber - 6
                    
Tradutor: Beatriz Sidou 
Formato: 14x21x1 cm
Páginas: 232
ISBN: 978-85-7448-079-4

SOBRE O AUTOR 
Pierre Billouet, professor universitário e doutor em Filosofia, publicou L’Âge de Raison: Kant (Presses Universitair esdu Septentrion, 1998) e Paganisme et post Modernité: J.-F. Lyotard (Ellipses, 1999), além de uma tradução e comentário de parte da Crítica da Razão Prática, de Kant (Ellipses, 1999).                                                    

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